Jacinda Ardern
Mulher de GARRA !!
Rui M. dos Santos
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Mulher de GARRA !!
Rui M. dos Santos
Milagre nas disciplinas de Nocões do Comércio, Direito Comercial e Economia Politica
Rui M. dos Santos
Tinha um professôr que nos leccionava Noções do Comércio, Direito Comercial e Economia Politica.
Esse professôr era terrível ... Varria todos com notas baixissimas. Eu fui dos poucos que consegui rodar acima dos 10.
Como ele era um português delocado (desterrado para aquela época) na Gabela e vivia num hotel, dizia-se que ele se punha em cima do guarda fato e que atirava os pontos para o ar. Os que caiam em cima da cama tinham positiva. Os outros eram todos "varridos a negativa".
Esse professôr era também muito desconfiado. Na época usava-se as duplicadoras Gestetner para se fazerem as duplicações dos pontos.... Enquanto os outros professôres entregavam esse trabalho ao secretariado da Escola, neste caso:
1- Era ele que batia o stencil
2- Era ele que duplicava
ACONTECE QUE um dos meus amigos/colegas, chamado Branco ( nome real ), era um "colleccionador de sêlos" pelo que andava pelos lixos dos escritorios a apanhar envelopes que iam para o lixo para depois colocar os envelopes em agua, retirar os selos e colocar na colecção. O QUE SE PASSOU ... Ele ao vasculhar o lixo de um determinado dia ENCONTROU O PAPEL QUIMICO QUE SE DEITA FORA quando se faz um stencil para a duplicadora. Para quem conheceu essa tecnologia sabe que, colocando o papel quimico contra a luz se consegue ver o que estava escrito.
ORA ... De uma assentada o Branco encontrou TODOS OS PONTOS daquele período e daquele professôr no lixo. Todos os anos, todas as turmas e todas as 3 disciplinas.
Ele seleccionou amigos de cada turma para "confidencialmente" entregar os pontos com a condição de "não dizer nada a ninguém" ... De notar que na época se isso vazasse era caso de policia.
No meu caso não divulguei a ninguém ... MAs ele divulgou ... E práticamente toda a escola teve acesso aos pontos de uma forma ou de outra ... amigo passa "confidencialmente" a amigo e foi passando.
Houve colegas que levaram os pontos feitos de casa com "as respostas feitas a várias cores" e com pontos que claramente não é vulgar ser fazer em cima da pressão do conhecimento e tempo disponível para terminar.
INCRIVELMENTE O TAL PROFESSÔR NÃO DESCONFIOU de nada ...
Na aula da entrega dos resultados ele estava esfusiante dizendo ... "Não sei o que aconteceu nesta escola ... Parece que TODOS DECIDIRAM ESTUDAR" ...
Outra particularidade deste professôr é o facto de ele "literalmente sentava-se na secretária, fazia a chamada e o sumário" e depois "lia o manual da disciplina" ... Raramente se levantava e ia ao quadro escrever algo.
Lia simplesmente ... Para quem sabe portuguÊs sabe que, se alguém estiver a tentar explicar algo a partir da leitura simples de um livro ou manual, para não parecer que está simplesmente a ler, tem que usar muitas vezes "adverbios de modo" ( palavras terminadas em mente ) para tentar FUGIR e dar a impressão que está a explicar algo.
Qual era o nosso divertimento ??
Ficarmos a "contar quantas palavras terminadas em mente ele dizia em cada aula" .. Chegavamos ao fim e comparavamos entre nós ...
MEMÓRIAS !!!
Eugenio Bastos, Norbeto Simoes, Maria Amelia Sotto Mayor Jorge ...
Rui M. dos Santos
Dizem que a mente se constrói pela família, pela escola e pelos professôres que temos e tivemos.
Eu creio que posso dizer que tive sorte nestas 3 coisas... A minha família apesar de não ser perfeita tinha e tem padrões de justiça e seriedade que considero elevados, as minhas escolas eram bem organizadas, com boa equipa docente e os meus colegas, discentes, eram em 99,99% bons camaradas.
Tive a honra de ter professôres que me marcaram pela sua capacidade de "transmitir" e "ensinar".
Se tivesse que escolher um professôr escolhia o meu professôr de Matemática, Eugénio Bastos, que infelizmente já não está entre nós, os vivos... É incrivel como ele nos conseguia fazer ver as coisas... Quando ele explicava eu perguntava-me.... como é possivel eu ser tão burro numa coisa que afinal é tão fácil !!
Outros professôres...
Professôra Odete da primária ... Apesar de utilizar o método da "reguada vertical" quando não se sabia o que causava um verdadeiro "terrôr", não posso deixar de a mencionar,
Sipré ( nunca soube o seu verdadeiro nome )... Trabalhos manuais... Ensinou-me a trabalhar em papel, madeira, ferro, gêsso e a compreender a "volumetria dos objectos" e como utilizar matemática e geometria nos trabalhos manuais e do dia a dia... Ele deve ter fechado os olhos quando soube que eu utilizava a máquina de serrar tico tico da escola para fazer "puzzles" com os restos do contraplacado e madeiras que sobravam e que vendia para ganhar uns "trocos"
Norberto Simões (ginástica e história) - Ensinou-me o conceito dos 15 minutos e a forma de analizar a história e os factos da vida do dia a dia de um País e do Mundo de forma clara e que genéricamente acaba por acontecer; Quem quiser saber o que é método dos 15 minutos que me contacte.
Eugénio Bastos (matemática)... Já mencionado.
Gavião ( outro do qual nunca soube o nome )... Tomava conta de uma filha menor, que vivia com ele no Hotel ... Nunca soube porquê mas ele era "pai e mãe" ... Ele ensinou-me Mercadorias Gerais e Geografia. Até hoje sinto remorsos por ter sido "tão mau com ele" como os meus colegas quando ele "ao fim de vários anos usando o mesmo fato", "comprou um fato novo" ... O que lhe fizemos não se faz a ninguém e muito menos a um professôr.
Maria Amélia Sotto Mayor Jorge(inglês e português)... Foi ela que me surpreendeu ao ler para toda a turma uma redacção que fiz e que me mostrou pela primeira vez que afinal eu tinha alguma capacidade de "escrever"... Só uns dois ou três minutos depois dela começar a ler uma ...sic... ". redacção que a havia impressionado..." é que eu me apercebi que "estava a ler a minha redacção" ... Lido por ela até parecia uma obra de literatura. Já agora, o tema da redacção era um "indefenido tema", "... O cinema e o Teatro !!" ... Assim, sem vaselina e a frio :-) ... Dissertei como um mestre, reconheço... E para que conste NUNCA tinha ido ao cinema e nunca tinha visto uma peça de Teatro !.
Profª Custódia (fisico-quimica)... Era dos poucos alunos que tirava 12... Ela era super exigente... Mas se hoje sei o que é SO4H2 devo-o a ela.
Profª 30 cabelos, desculpe professôra mas também não me recordo o seu nome (caligrafia e dactilografia)... Quantas pragas roguei quando ela "tapou o teclado" da Messa e disse que "já tiveram tempo de aprender o teclado... A partir de agora, todos os exercícios são cegos" ... Hoje teclo sem olhar para o teclado...Obrigado Professôra !,
Professôr João Alfredo Rodrigues Dias, Contabilidade... Ele fez-me ver como a contabilidade é simultâneamente a a ciência mais simples e mais lógica da vida e que "de facto se pode utilizar" em quase tudo o que fazemos na vida... Afinal todos "todos os cidadãos do Planeta Terra" sabem contabilidade", "só não sabem é que sabem !! ..
e até os professôres intragáveis como o meu professôr de Nocões do Comércio, Direito Comercial e Economia politica, racista e mau, que também não me lembro o nome, me transmitiu conhecimento !! A frase que ele teve numa aula onde um aluno lhe disse que os Estados quando não têm dinheiro "aumentam os impostos", é digna de um manual :-); Ele "ensinava" lendo o manual ... Por isso, sempre que tentava introduzir uma frase sua, tinha que utilizar um advérbio de modo ... O divertimento da turma era contar "quantas palavras terminadas em mente ele tinha dito naquela aula". No fim da aula conferíamos e ríamos um monte e saliantavamos algumas das frases mais notórias. Também hei-de contar neste site o "Período Milagroso" das 3 disciplinas dele num dos anos que não me lembro bem qual !! Será outro artigo.
Mesmo as disciplinas "intragáveis" e que ninguém gostava me transmitiram conhecimento ... "Religiao e Moral"... "OPANEC" ....
A tão "criticada" Mocidade Portuguesa, também me transmitiu coisas boas ... Como fazer um acampamento... Na ginástica e exercícios ... Como ser disciplinado na marcha. Acima tudo ... AMIZADES + AMIGOS + SABER COM QUEM CONTAR nos momentos criticos.
Num sumário posso dizer que nesta questão do ensino tive sorte !!
Já no ICL tive professôres que também me marcaram apesar de aqui as relações terem sido bem menos fortes... Gabriela Antunes (inglês), Humberto Almeida (economia politica), e o professôr de Direito Fiscal cujo nome não me consigo recordar são alguns dos nomes que posso recordar.
Ao associar o trabalho à Escola, o ICL conseguiu colocar-me a "usar" o que aprendia e a "ver com outros olhos" os locais onde passava, desde um simples escritório a um organismo do Estado. O sub-consciente associava o conhecimento adquirido ao que via e ouvia quando andava de local em local.
O Brazil e o seu programa ecológico e informático
Rui M. dos Santos
Quando o Brazil bloqueou as compras de tecnologias ao exterior e "focou e obrigou" todo o seu povo a utilizar os Cobras e Itautechs desenvolvidos no Brazil com o sistema operativo também feito no Brazil com base no Unix, choveu critica de todo o lado, inclusivé minhas e dos próprios brazileiros.
Quando começaram a desenvolver o seu programa ecológico com base na reciclagem dos 4 produtos que representam 90% das violações ecológicas do Mundo ( papel, plástico, metal e vidro ) e decidiu fazer um combustível novo, o alcool à base da cana, igualmente choveu critica de todo o Mundo !!
O Governo do Brazil na época era totalitário e "impôs" estas regras... Incompreendidas pelo próprio povo Brazileiro que tinha, e tem, um elevado nível de pobreza e problemas sociais graves.
Hoje, o Brazil pode orgulhar-se !!! O Unix provou ser a base dos sistemas operacionais de informática que NUNCA devia ter deixado de ser standard, e o Brazil tem uma industria de software super poderosa com soluções próprias e para exportação invejáveis, sendo dos poucos países do mundo que podem competir com os EUA e India ( e China convenhamos... )
Tem uma politica de reciclagem com toda uma industria a montante quase completa sendo práticamente o unico País do Mundo onde tal acontece...
O mundo dito civilizado, está a apostar em energia electrica para automóveis, insatisfatória para qualquer condutor, igualmente poluidora porque usa baterias, e luta para conseguir reciclar os 4 produtos básicos do lixo... O papel, o plástico, o vidro e as latas de refrigerantes... E o Brazil tem o Triflex... Carro que pode andar a "gasolina, gás ou alcool" mudando de "combustível" "conforme quiser" durante a viagem e em condução.
O Brazil, a brincar ... Tem toda uma industria de 30 anos a funcionar !! e nos carros é absolutamente INOVADOR com o Triflex.
Parabéns Brazil ...
O Steve Jobs dos anos 80 misturado com um Gary Kildal, que inspirou Linus Tovalus.
Rui M. dos Santos
Quando Clive Sinclair lançou o QL com um processador totalmente diferente, o Motorolla 68008 e um sistema operativo totalmente novo, ninguém entendeu !
Afinal estavamos perante uma máquina totalmente incompreendida... Completamente fora do seu tempo... O iMac dos anos 80... Efectivamente o QL tinha como "coração" o mesmo Sistema Operativo da Apple, o Unix, o mesmo grafismo que tem a sua raiz em Palo Alto nos laboratórios da Xerox, e que foi a mesma base do Mac e o GEM, e incluia também o primeiro "pacote de software integrado" feito pela PSION, o QUILL, que integrava na época o Processador de Texto, a folha de Calculos, uma base de dados e um apresentador...
Anos mais tarde este tipo de apresentação de pacote de software tornou-se absolutamente padrão no mercado com o pacote Office da MSFT e o seu concorrente que hoje é da Corel.
Clive Sinclair foi o génio incompreendido !! Um sistema operativo e uma operacionalidade fora do seu tempo matou o seu sucesso comercial o Spectrum... Os impostos e a forma de trabalho ocidental em termos de financiamento bancário fez o resto !
Foi num QL que Linus Tovalus deu os primeiros passos que mais tarde deram origem ao Linux !! LT soube ver o que o "mercado" não soube ver.
Afinal nem sempre é o melhor produto que ganha. Em informática isso está provado !
Um homem de visão !
Rui M. dos Santos
Infelizmente falecido; Atribui-se a Steve Jobs muita coisa... GK foi muito mais pioneiro e, apostando no mesmo coracao, o Unix, com tecnologia 1000 vezes menos poderosa fez coisas em tudo muito parecidas.
Rui M. dos Santos
GK foi o precussôr de muita coisa que aconteceu no Mundo informático de hoje.
Numa altura onde a tecnologia era 1000 vezes inferior ele fez "multi user& multitasking" em PC´s com processadores Zilog Z80 de 8 bits... Fez Windows ( o então GEM ) também para esses PC´s.
Hoje pessoas como Bill Gates, Linus Tovalus ou Steve Jobs que benefeciaram e USARAM o trabalho deste homem.
Não sei o que seria de Steve Jobs se ele fôsse vivo! Eis um texto sobre GK que explica tudo. Pode-se também fazer uma busca no Wikepedia.
"...
THE GARY KINDALL LEGACY
Gary Kildall died in July 1994 at the age of 52. The computer media, with a few small exceptions, ignored his passing. The Circumstances of his death are pretty murky. One report attributed it to a fall from a ladder, another an incident at a bar, and another to a heart attack.
Every PC owner owes Gary a debt of gratitude. Bill Gates and Microsoft owe him more than anyone else. Gary was the first person to interface a disk system to a microcomputer and create an operating system for it. He changed what had previously been a circuit designed for process control applications into a fully functional computer.
Microcomputers now did tasks previously done only on minicomputers and mainframes. The world changed dramatically because of his work.
Gary received a Ph.D. in Computer Science from the University of Washington in 1972 and joined the Navy. It is interesting to note that both Gary and Bill Gates were born and raised in the Seattle area. Like Gates, Gary also had a passion for computers. However, unlike Gates he completed his college education. Their paths crossed early on when Gates, a high school student, and Gary, a college student, both worked on the same DEC PDP-10 computer system.
The Navy appointed Gary to be a Computer Science instructor at their Post-Graduate School in Monterey, California. At the school, Gary purchased an Intel 4004 microprocessor chip set for himself and his students to experiment with. The 4004 was Intel's first microprocessor and the first in the world. It was programmable, handled 4-bit words and contained all of 2,250 transistors. Intel, at the time was primarily in the memory IC business, and created the 4004 as a custom project for one customer. When the customer wanted to renegotiate the price Intel asked that they give up their exclusive rights to the device. Intel introduced it in November 1971. Much to Intel's surprise the device was an instant success. Engineers began designing it into a wide variety of applications such as scales, traffic light controls, musical instruments, washing machines, printers, and more Intel soon realized that 4004 system designers needed software development support. Gary was hired as a consultant to create a programming language for the device. Gary created PL/M (Programming Language/Microprocessor) to run on an IBM 360 computer and generate executable binary code that was then burned into the ROM memory of the 4004 system.
Marcian "Ted" Hoff designer of the 4004, quickly followed with the 8008, the first 8-bit microprocessor. It was introduced in March 1972. Gary was again hired to develop PL/M for the device. Intel also designed an 8008-based small computer, called the Intellec-8. About the same size as the IBM PC, it was used for hardware and software development. Gary set one up in a classroom at school for his students. To make it easier to use, Gary developed a simulator/debugger program for the unit.
Intel began to see that microprocessors helped sell more memory chips and developed a much more powerful 8-bit microprocessor, the 8080. Gary was again hired to create the development software. He was given an Intellec-80 to use at school.
In 1973 Shugart gave Intel a sample 8" floppy disk. Gary was immediately intrigued by the device and with a friend, John Torode, built a controller interface to an Intellec-80. Gary, and his students, wrote a small control program which he called CP/M (Control Program/Microcomputer). It enabled him to read and write files to and from the disk. Gary copied the commands and file-naming conventions from the DEC PDP-10 VMS operating system. Gordon Eubanks, one of Gary's students, created a BASIC interpreter for the system. Early versions of CP/M and the BASIC interpreter were in the public domain since it had been created at a publicly funded institution. Copies found their way to some other government contractors and agencies.
In 1976, after his discharge from the Navy, Gary became a full- time consultant, using the name Intergalactic Digital Research. Together with Torode he designed floppy disk systems for several microcomputer manufacturers. At the time, MITS and IMSAI, the two leading 8080 microcomputer system kit makers, announced floppy disk systems. MITS offered a version of BASIC (written by Bill Gates and Paul Allen) that could load and save BASIC programs on disk. MITS contracted with another software developer for a Disk Operating System. When shipped in early 1977, it proved unreliable and had poor performance. MITS also refused to license the DOS to other system makers.
IMSAI, needing to compete with MITS, approached Gary for a non-exclusive CP/M license for a fixed $25,000 fee. Since several other manufacturers also wanted CP/M, Gary rewrote it completely to make it easier to install on different hardware systems. He made it hardware-independent by creating a separate module which he called the BIOS (Basic Input/Output System). He also added an editor, assembler, debugger, and several utilities. CP/M became a full-blown computer development system Gary, and his former wife, Dorothy McEwen, formed Digital Research Inc. to market CP/M-80. They placed a small classified ad in Dr. Dobb's Journal and were surprised by the large number of orders from hobbyists for the $90 software package. By early 1977, several manufacturers were including CP/M with their systems. They provided a ROM-BIOS so that CP/M loaded immediately on power-up.
By 1978 Microsoft BASIC and FORTRAN, UCSD Pascal, MicroPro's WordStar, Ashton-Tate's dBase, and other programs were running on CP/M-based on machines from Apple, Radio Shack, Commodore, Zenith, Sharp, and almost a hundred other manufacturers. In 1980, IBM approached DRI, to license CP/M-86, an 8086 version of CP/M then being developed. Gary had been working on this but delayed finishing it while working on several language projects. Intel had introduced the 8086 16-bit microprocessor in June 1978 and followed it a year later with the 8088, a lower-cost and slower version. IBM decided to use the 8088 for its new PC.
Seattle Computer Products in early 1979 introduced the first 8086 computer kit. Sales languished while SCP waited for DRI to introduce CP/M-86. In desperation SCP hired Tim Paterson to develop a DOS for them. Tim quickly created a simplified 8086 version of CP/M which he called QDOS (Quick and Dirty Operating System, since it did not implement all of CP/M's features). Microsoft, located nearby, modified BASIC for the system.
IBM met with a cool reception when they approached DRI for a CP/M license. Dorothy McEwen and DRI's attorney refused to sign the IBM non-disclosure agreement (Gary did not attend the meeting), refused to make any modifications to CP/M-86 and insisted on a higher royalty than what IBM proposed. Bill Gates, who had been negotiating a BASIC license with IBM, seized the opportunity and offered to provide a DOS/BASIC package to IBM on favorable terms. Gates licensed SCP-DOS (for $50,000) and hired Tim Paterson to modify it to run on the IBM-PC. Microsoft submitted a copy to IBM for testing, who found over 300 bugs. IBM cleaned up many of the bugs, made a number a number of improvements and wrote the user manual.
DRI released CP/M-86 soon after IBM released DOS Version 1.0. DOS had fewer features and poorer performance. IBM offered both CP/M-86 and DOS. CP/M-86 was offered at $240 versus $60 for DOS. Few PC owners were willing to pay the extra money DRI considered suing Microsoft for copying all the CP/M system calls, program structure, and user interface. However, DRI knew it would also have to sue IBM. It knew it did not have the resources for this and that its chances of success were remote. In 1982, IBM asked Microsoft to develop a hard disk version of DOS. Microsoft used the opportunity to completely rewrite DOS so that version 2.0 was very different from version 1.0 and DRI's opportunity to sue was gone. DRI continued to improve CP/M-86 introducing multi-tasking and multi-user versions. However, they were not completely compatible with DOS and largely ignored by the marketplace. In 1989 DRI introduced a DOS compatible version (DR-DOS) which was recognized as superior to DOS. However, Microsoft marketing tactics (disclosed in the Justice Department investigation) shut DRI out of the market. Microsoft responded with versions 5.0 and 6.0 incorporating many of DR-DOS's features.
Kildall also pioneered in the development of a GUI (Graphical User Interface) for the PC. Called GEM (Graphical Environment Manager), it was demonstrated at the November 1983 COMDEX and shipped in the spring of 1984. GEM presented the user with a screen virtually identical to that of the Macintosh. Apple threatened to sue DRI. DRI responded by making some cosmetic changes to GEM. DRI did not recognize the potential of a GUI interface and did not put any marketing effort behind it. DRI eventually withdrew GEM from the retail market. It continued to market GEM to software developers as a front end for their graphics products. The most well-known product to use the GEM GUI was "Ventura Publisher" from XEROX.
Microsoft finally demonstrated their Windows GUI at the Spring 1985 Comdex, shipping version 1.0 in the fall. Microsoft learned from DRI's experience with Apple and made Windows appear slightly different from the Mac GUI. Version 1.0 proved an embarrassment to Microsoft. It was incredibly slow, unreliable, and lacked the smooth performance of GEM and the Mac. Version 2.0 of Windows did likewise. Windows was completely rewritten for version 3.0 and released in the spring of 1990, with the most expensive software promotional campaign the industry had ever seen coupled with aggressive marketing (initial price was $39 and thousands of copies were given away free). Gates did what neither IBM, DRI, Apple, Xerox, or the other GUI developers were willing to do. Namely, to make a total commitment, risking the entire company on the success of a GUI.
Microsoft sought to gain the largest market share by distributing Windows primarily through OEM channels. System manufacturers were persuaded to offer DOS and Windows preloaded onto hard disks by offering a low OEM price of $35 on average while offering Windows to retailers at $75. Microsoft actually made more money on the OEM version because the manufacturer assumed the cost of printing manuals, providing disk backups, the packaging, and support. Version 3.0 also proved unreliable. Microsoft fixed the bugs, added a few minor features and introduced it as version 3.1. Gates turned a major problem into a marketing success. 3.0 owners paying a second time, in effect paid for the repair of design defects.
Gary was also the first person to work on the development of software for driving CD-ROM interfaces. We will probably never know all of the system software work that he has created.
There is no doubt that Gary Kildall led the way in microcomputer software development. I wonder what Microsoft will do now that they no longer have Gary Kildall to lead the way for them?
Many ACGNJers met and spent time with Gary at the 1979 Trenton Computer Festival. I met with him many times, as a magazine author and editor, and President of ACGNJ. I developed great admiration for his talents, his hard work, and willingness to help others. I will also miss him as a friend...."
One movie that should be seen (1) The Computer Chronicles - Gary Kildall Special (1995) - YouTube
Amigo, interessado, lutador
Rui M. dos Santos
Interessado, lutador, musico, carateca, com espirito de missão e acima de tudo, amigo.
Conheci o Beto entre 1979 e 1980 na altura em que lutava para "criar a minha empresa em Angola, numa altura em que Angola estava num caminho meio comunizante" .. O Beto Marques era o Director do Gabinete do Plano do Min. do Comércio Interno, orgão que deveria autorizar a constituição da empresa. Da equipa faziam parte o Haduíndo Miranda, o Ramos Chaves, o Eurico e, claro o Ministro que na época seria ou o Adriano Santos ou o xxx
Foi neste "confronto" que eu iniciei o meu relacionamento com o Beto .. Ele, que tinha que defender a politica que o Governo e o Estado estavam a impôr, a tal, "economia socialista planificada" e eu que simplesmente queira criar a minha empresa PRIVADA e TRABALHAR ...
Depois de eu mostrar uma série de incoerências na proibição (as empresas privadas existiam no País anteriores à independência + os alvarás existiam + os cartorios existiam + os impostos eram pagos + as empresas privadas antigas tinham milhares de trabalhadores) fui finalmente "autorizado" a constituir a empresa. Esta história dever estar no artigo PROTECNICA.
Entretanto com o Beto (e demais equipa) criamos uma relacionamento bastante bom, aberto, com ideias discutidas de forma aberta...
A relação estreitou-se mais quando eu "ofereci ao Min do Comercio Interno" um Sinclair ZX80 ou Spectrum (já não me lembro qual) quando, entrei no gabinete do Beto para uma reunião e o vi a FAZER O PLANO ... Literalmente rodeado de "fita de máquina de calcular" que tive que afastar para me sentar... ( devido à falta de consumíveis as fitas eram usadas dos dois lados para conseguir poupar papel ).
Perguntei o que ele estava a fazer e ele explicou que estava a fazer o "PLANO" que consisitia em distribuir os valores que o Min do Plano atribuia pelas várias unidades do País, publicas e privadas e preencher numa folha de papel. Ele na altura perguntou se eu tinha "rolos de papel" para calculadora porque estava a ficar sem rolos.
Expliquei que o que ele estava a fazer em BASIC se chama de um LOOP e que tinha uma maquina que fazia isso ligado a um Televisor normal ... Podia emprestar a máquina e ele depois lia directo do ecran e PREENCHIA O TAL PLANO.
De imediato ficou interessado e ao fim de 15 dias o BETO ESTAVA A PROGRAMA BASIC !!! E, claro, o Min do Comércio virou cliente da Protécnica passando a pedir cada vez mais máquinas e a pedir cada vez mais coisas.
FOI O BETO o responsável INDIRECTO para a Protécnica (mais tarde a Sistec) e eu me "METERMOS NO NEGÓCIO DA INFORMÁTICA que acabou por se tornar o maior negócio da empresa com o tempo.
Existem poucas pessoas que podemos admirar pelo que fizeram e pelo que são! Beto Marques é uma dessas pessoas ! Vale a pena conhecer !
Uma pessoa com uma grande visão !
Rui M. dos Santos
Admiro-o porque de facto teve a coragem de expôr ao mundo algo com que todos nos devíamos preocupar ... O ambiente !!
O filme "Verdade inconveniente" é algo realista e ASSUSTADOR !!!
TODOS os cidadãos do planeta Terra deveriam ver este filme ...https://www.youtube.com/watch?v=u7LBPHtOBnk
E ele deveria ter sido Presidente dos EUA ... Se isso tivesse acontecido muito provávelmente o Mundo não estaria como está, incluindo os próprios EUA !